Não é de hoje que o PEP – Prontuário Eletrônico do Paciente – tem deixado de ser apenas uma expectativa para a melhora do trabalho de médicos e profissionais da área da saúde. Para muitos, isso deveria acontecer dentro dos próximos anos: em consultórios, clínicas, hospitais e até mesmo em postos de saúde.

Mas atualmente o PED é uma realidade que torna a relação entre o paciente e o profissional muito mais dinâmica. Além do que, as informações ali prestadas são acessadas com maior cuidado, o que faz com que esse processo seja muito mais viável por uma série de motivos.

Dessa forma, confira neste artigo cinco perguntas que podem ser feitas em seu próprio ambiente de trabalho no que diz respeito às mudanças proporcionadas pelo prontuário eletrônico.

1. Quais são as melhorias envolvendo o PEP no seu consultório/hospital?

O Prontuário Eletrônico promete intensificar a relação entre o médico e seus pacientes, fazendo com que o atendimento seja muito mais prático e específico. Isso porque o atendimento será realizado só quando o médico já tem total conhecimento sobre as informações do paciente, o que também ocorre com maior rapidez e segurança.

A nova tecnologia é capaz de garantir maior segurança, rapidez e redução nos custos para o médico, e consequentemente, para o seu ambiente de trabalho.

2. Existem pré-requisitos para a implantação da nova tecnologia?

Para oferecer o sistema em sua clínica ou hospital, os pré-requisitos não básicos: é necessário manter no ambiente, pontos de acesso à rede elétrica e de computadores. Além disso, é necessária também uma certificação digital, que consiste em um documento que identifica quando pessoas jurídicas e físicas em um ambiente digital. Assim, as funções ficarão disponíveis no browser e não em um computador em questão, sendo acessado por meio de um simples login.

3. A SBIS – CFM se torna nesse caso obrigatória?

A SBIS-CFM nada mais é do que uma certificação estabelecida em uma parceria da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde com o Conselho Federal de Medicina, que é necessária desde 2002. Por meio dela se estabeleceu um regulamento que aprova a digitalização, o uso de sistemas e o armazenamento de documentações de pacientes. Por isso, nem a CFM nem a SBIS interferem exigindo certificação específica de algum sistema.

O Shosp foi desenvolvido baseado na cartilha de certificação da SBIS, portanto tenha certeza que seus dados estão seguros.

4. E a segurança do PEP?

O sistema conta com um sistema de backup dos dados que evita que as informações sejam utilizadas por outro fim, e conta ainda com outros mecanismos de segurança que garantem a integridade e autenticidade das informações referentes aos pacientes da clínica ou consultório.

O Shosp conta com políticas severas de segurança, desde backups regulares, redundância de dados até um certificado de criptografia de 2048 bits SHA-2.

5. Importância do PEP – qual é?

É por meio desse sistema que se torna possível a gestão de informações administrativas que envolvam o paciente em questão. Com o Prontuário Eletrônico podemos conhecer quais são os prejuízos para a saúde do paciente, os custos de um determinado procedimento médico e os próprios lucros do profissional por meio do mesmo.

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Por mais que no Brasil os avanços ainda não sejam assim tão significativos, a previsão é de que até o ano de 2018 o Brasil fature cerca de 336 milhões com esse mercado, marcando um crescimento que chega a até 15% a cada ano que passa com esse novo sistema.


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