Relação médico-paciente: humanização é fundamental
  • 09 Junho 2015

É comum que na medida em que a modernidade nos traga tecnologias, a comunicação se torne escassa - como podemos observar tão nitidamente na rua, em casa, em restaurantes, quando amigos ou famílias se reunem com seus smartphones e mal conversam entre si.

As relações interpessoais tendem a passar por grandes mudanças ao longo dos tempos. E esse tipo de mudança comportamental pode influenciar, inclusive, no relacionamento do profissional da saúde com o seu paciente, por exemplo.

Isso ocorre porque esse profissional - que até há algum tempo frequentava a casa dos pacientes, conhecia suas famílias e às vezes até fazia parte do seu círculo social - atualmente se tornou um estranho com quem os pacientes se consultam em momentos específicos, em que estejam com algum problema de saúde ou algo do tipo. É comum que esse profissional não saiba o nome de seus pacientes e, ainda, que após a consulta não voltem a se ver.

Não são todos os pacientes que se adaptam muito bem a esse tipo de comunicação reduzida e por isso é preciso estar sempre atento ao tratamento com essas pessoas. Nada pode substituir o tratamento humano, afinal ele é essencial para que o profissional da saúde e seu paciente se conheçam.

É necessário que os velhos hábitos de comunicação sejam resgatados, que a conversa “jogada fora” volte a fazer parte da nossa rotina, mesmo com os avanços tecnológicos e com as facilidades que os tempos modernos nos trazem.

O tratamento humanizado tem como objetivo oferecer o melhor do profissional para seu paciente. O sistema de saúde está carente de melhorias e isso se dá principalmente pela falta do diálogo.

As filas nos hospitais públicos são gigantes, os médicos atendem um número muito grande de pacientes diariamente e muitos deles nem tomam conhecimento de seus nomes, chamando-os apenas por seus números de senha. Já na rede particular os planos de saúde sofrem constantes mudanças dificultando assim, que se cultive uma boa relação entre profissional e paciente.

Essa falta de intimidade no momento da consulta pode causar sérios transtornos nas vidas não só dos pacientes, mas também dos profissionais que os atendem. Isso porque, além de passar certa insegurança, um atendimento feito às pressas pode acarretar em um diagnóstico errado e, algumas vezes, até fatal.

Numa época em que dispomos de tantas evoluções tecnológicas e medicinais, chega a ser irônico dizer que o que nos falta é apenas uma comunicação humanizada. Com isso, o Shosp indica que a tecnologia seja utilizada ao seu favor, eliminando o tempo gasto em atividades que não sejam seu objetivo final de atender bem ao paciente.

Organização de fichas de pacientes, prontuários, controle financeiro e outras atividades do tipo tomam o seu tempo e te desviam do foco. Eliminar o tempo gasto com isso é essencial para se dedicar ao paciente e tornar mais próxima sua relação com ele.

Se você acha que está gastando muito tempo em atividades além daquilo para o que você estudou e se preparou, saiba que o Shosp pode te ajudar. Conte conosco!