Uma pesquisa realizada pelo Google detectou que 26% dos brasileiros, ao se depararem com um problema de saúde, recorrem às buscas online antes de procurarem um médico. O número, além de ser expressivo, confirma que a população pesquisa e consome muitos conteúdos sobre o assunto.

Acontece que, assim como tudo que envolve essa carreira, o marketing para médicos também é regulamentado e deve ser feito com cautela. Neste post, você vai conhecer os 3 principais erros cometidos por médicos na hora de divulgar seus serviços. Acompanhe!

A importância de investir no marketing médico

A realidade do “Dr. Google”, que acompanha a tendência da globalização, também aponta para uma necessidade crescente entre profissionais da saúde: com o acesso facilitado ao atendimento em clínicas populares e com a saturação do mercado, o marketing médico é um grande aliado na captação e fidelização de pacientes satisfeitos.

A produção de conteúdos relevantes de acordo com a sua especialidade, sobre promoção e prevenção em saúde e estilo de vida saudável, por exemplo, tem a nobre função de educar os internautas. Além disso, esse tipo de interação faz com que você se posicione como um profissional que inspira respeito, confiança e autoridade, pois está em um diálogo constante com seus pacientes.

Os principais erros cometidos por médicos

1. Não conhecer o Código de Ética Médica

O Código de Ética Médica rege a atividade dos profissionais dessa área e é ensinado várias vezes ao longo de sua formação. Parte dele, é claro, dispõe também sobre as condições da propaganda médica, tema que deve ser estudado com atenção a fim de evitar infrações graves.

A seguir, listamos algumas condutas comuns que violam o Código de Ética e que, portanto, são proibidas na relação com a imprensa, na participação em eventos e no uso das redes sociais:

  • estimular o sensacionalismo;

  • não explicitar possíveis conflitos de interesses e evidências científicas em seu conteúdo;

  • divulgar endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço;

  • divulgar especialidade ou área de atuação não reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina;

  • anunciar área de atuação para a qual não esteja qualificado e devidamente registrado;

  • veicular informações que causem pânico na sociedade, mesmo que verídicas;

  • citar que é o único a realizar determinado procedimento ou a usar aparelhagem/técnicas exclusivas;

  • expor a imagem do paciente para divulgar técnicas ou resultados dos tratamentos/procedimentos.

2. Não ter um site funcional

A construção de um website que contenha algumas informações detalhadas, como serviços prestados pelo médico, trajetória acadêmica e profissional, portfólio, formas de atendimento e contatos, é essencial para a experiência satisfatória do paciente. Também é interessante contar com uma ferramenta que permita o agendamento online.

Além disso, quando falamos em site funcional, devemos pensar não só na apresentação de uma identidade visual bem elaborada, mas também na capacidade de ajuste às telas de smartphones e tablets e na produção de conteúdos relevantes.

Os softwares de gestão na nuvem para clínicas e consultórios apresentam soluções interessantes nesse sentido: além de permitirem a criação da identidade visual e o agendamento online, têm ferramentas para identificar grupos com características em comum e gerar relatórios detalhados, o que ajuda a segmentar campanhas de marketing médico e a estabelecer estratégias mais eficientes e relevantes para o seu público. 

3. Não valorizar a (in)satisfação do paciente

Alguns médicos bloqueiam as ferramentas de avaliação em suas redes sociais ou simplesmente ignoram comentários que recebem em aplicativos de busca voltados para médicos. Acontece que, na era digital, subestimar os pacientes é um grande erro: além de aprender com as críticas construtivas, lidar com elas aponta para gargalos que podem ser melhorados em sua clínica. 

A forma mais prática de realizar pesquisas de satisfação e evitar exposições online é usar ferramentas que tenham opções para envio de mensagens personalizadas e individualizadas, por e-mail ou SMS, aos pacientes cadastrados.

O Shosp é um software de gestão para clínicas e consultórios que apresenta soluções-chave de marketing para médicos e para a organização do serviço, desde o agendamento online até a pesquisa de satisfação, o envio de mala direta e a produção de mensagens personalizadas.

Se você tem enfrentado problemas de gestão em sua clínica ou simplesmente deseja melhorar a interação com os pacientes, fale conosco e conheça nossas soluções!

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